Cartom postal perdido
Decidi que quero ser brêtema
como a bruma guarda a memória do sítio que a acolhe
e traça os seus accidentes até aos recantos mais tapados
essa matriz deitada coberta de noiros e ínsuas
do val fértil aos cumes dessafiantes
decidi ser como ela
pensou o moço que escolheu viver aí
há bem anos
quando à névoa
(É noite de chuva, viadutos e power-pop no 92.6 da FM
por uma estrada de territórios também perdidos.
Sinto-me transparente.)
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