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	<title>Comentarios en Dous BNG, unha virtualidade real?</title>
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	<description>Caderno de bitácora de Carlos Neira Cortizas</description>
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		<title>Por: calidonia</title>
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		<dc:creator>calidonia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2007 15:07:29 +0000</pubDate>
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		<description>Ten razón. Obviamente confundín o apelido sen ningunha intención pola miña parte, pois non teño o gusto de coñecelo. Xa ficou corrixido.

Descoñezo cales son os comentarios recibidos en Vieiros acerca dos comentarios que recibiu o seu artigo. Se me indica o enderezo poderei revisar as miñas apreciacións ao respecto, que non deixan de ser unha opinión que nunca tentou sentar cátedra.

Un saúdo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ten razón. Obviamente confundín o apelido sen ningunha intención pola miña parte, pois non teño o gusto de coñecelo. Xa ficou corrixido.</p>
<p>Descoñezo cales son os comentarios recibidos en Vieiros acerca dos comentarios que recibiu o seu artigo. Se me indica o enderezo poderei revisar as miñas apreciacións ao respecto, que non deixan de ser unha opinión que nunca tentou sentar cátedra.</p>
<p>Un saúdo</p>
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	<item>
		<title>Por: Xosé Manuel Garcia</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10538</link>
		<dc:creator>Xosé Manuel Garcia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2007 14:52:31 +0000</pubDate>
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		<description>Apenas un matiz. Os links que vostede sinala como relativos a artigos en xornal.com de Xosé Manuel Garcia, corresponden, en realidade, a colaboracións da miña autoria. Como vexo que ademais se fai referéncia pola sua parte a presuntas posicións políticas do devandito, posteriormente ratificadas por éste nos comentários, prégo-lle que, ou ben modifique o link, ou ben clarexe perante os internautas a autoria real do artigo.
Obrigado.

Non entro a valorar a &quot;equidistáncia&quot; á cal vostede fai mención cualificando o referido artigo, que, á vista dos comentários que recebeu en Vieiros, paréce-me totalmente infundada.

Obviamente, hai un erro. Refíro-me aos artigos que vostede atribúe a Xosé M. González.

Xosé Manuel Garcia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas un matiz. Os links que vostede sinala como relativos a artigos en&nbsp;<a href="http://xornal.com" title="http://xornal. " target="_blank">xornal.com</a> de Xosé Manuel Garcia, corresponden, en realidade, a colaboracións da miña autoria. Como vexo que ademais se fai referéncia pola sua parte a presuntas posicións políticas do devandito, posteriormente ratificadas por éste nos comentários, prégo-lle que, ou ben modifique o link, ou ben clarexe perante os internautas a autoria real do artigo.<br />
Obrigado.</p>
<p>Non entro a valorar a &#8220;equidistáncia&#8221; á cal vostede fai mención cualificando o referido artigo, que, á vista dos comentários que recebeu en Vieiros, paréce-me totalmente infundada.</p>
<p>Obviamente, hai un erro. Refíro-me aos artigos que vostede atribúe a Xosé M. González.</p>
<p>Xosé Manuel Garcia</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: calidonia</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10484</link>
		<dc:creator>calidonia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2007 22:30:58 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpe-me o erro, pois tal foi e nom outra cousa. Fica desde já trocado de lado.

Nom sou quem agora de achar o comentário ou comentários que me figeram tirar conclussons erradas sobre a sua posiçom em este caso. Era o meu desejo volver le-lo para ver que dianho foi o que me passou pola cabeça em aquel intre.

Suponho que em este debate há vozes demais em tons e registros muito diferentes, além da desculpa sempiterna: o debate na rede carece de algumas coisas que poderiam iludir interpretaçons erradas como esta.

Obrigado a si.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe-me o erro, pois tal foi e nom outra cousa. Fica desde já trocado de lado.</p>
<p>Nom sou quem agora de achar o comentário ou comentários que me figeram tirar conclussons erradas sobre a sua posiçom em este caso. Era o meu desejo volver le-lo para ver que dianho foi o que me passou pola cabeça em aquel intre.</p>
<p>Suponho que em este debate há vozes demais em tons e registros muito diferentes, além da desculpa sempiterna: o debate na rede carece de algumas coisas que poderiam iludir interpretaçons erradas como esta.</p>
<p>Obrigado a si.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: J. Manuel Outeiro</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10480</link>
		<dc:creator>J. Manuel Outeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2007 18:29:18 +0000</pubDate>
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		<description>Só hoje lim este atinado e corajoso artigo, polo que che felicito (e de passagem também polo blogue) e comprovo que, numha adequada divisom da militáncia do BNG,  se me inclui no bando em que menos me vejo reflectido. Tenho que concluir portanto que me mantivem, neste assunto, numha mal calculada distáncia.

Sou contra a expulsom de um militante do BNG  como Gomez-Valadés, que nom conheço pessoalmente mas cujo compromisso coa organizaçom e o nacionalismo galego está para mim fora de dúvida memo assi, como suponho que para qualquer que tenha referências mesmo indirectas do seu trabalho no BNG e EN.

Mas também penso que ao candidatar-se e alcançar a presidência da AGAI está manifestando umha discrepáncia, dissidência ou incoerência (tanto me tem o termo) cos postulados do BNG. A sua discrepáncia, contodo, nom é tanta que provoque confusom na base social do BNG ou na sociedade galega a respeito do carácter anti-imperialista do Bloco. Nom mais, por exemplo, que a confusom que pode criar um porta-voz nacional e candidato à presidência que fala tam mal a língua cuja normalizaçom  social o BNG defende.

Embora o estado de Israel, aliado imperialista e belicista dos EUA, nom mereça a minha menor simpatia e com certeza da maioria da militáncia do BNG, entendo que em questões complexas como o conflito Israel-Palestina se produzam visões diferentes e se matizem as posturas. E as pessoas devem ser livres de manifestar as suas divergências, muito mais quando nom fam com isso um dano evidente à organizaçom em que militam, neste caso o BNG.

Julgo também que este posicionamento divergente ou discrepante de Gómez-Valadés pode ser argumento para el nom representar a organizaçom em determinados ámbitos (polo menos para mim seria-o, clarissimamente para o desempenho de cargos relacionados co relacionamento internacional), mas nunca  para que nom poda militar no BNG.

E acho evidente que o apelo à  coerência sem fissuras como se está a fazer neste caso é oportunismo e sectarismo, é anti-humano, e é mais próprio dumha organizaçom que se mova por dogmas que dumha organizaçom plural onde os posicionamentos som aprovados com debates e votações onde há votos a favor e votos em contra e os que votam em contra da decisom finalmente tomada nom som imediatamente expulsados.

Deixo aqui, pois acho-o lugar oportuno, este testemunho de solidariedade com Gómez-Valadês e solicito-che, Calidonia, que borres o meu apelido do bando de sectários em que, por outra parte, entendo que o incluíras por causa do meu silêncio a respeito do tema da expulsom mas a minha intervençom contra Israel  numha -vejo que desafortunada- brincadeira que fizem numha notícia de Chuza!

Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só hoje lim este atinado e corajoso artigo, polo que che felicito (e de passagem também polo blogue) e comprovo que, numha adequada divisom da militáncia do BNG,  se me inclui no bando em que menos me vejo reflectido. Tenho que concluir portanto que me mantivem, neste assunto, numha mal calculada distáncia.</p>
<p>Sou contra a expulsom de um militante do BNG  como Gomez-Valadés, que nom conheço pessoalmente mas cujo compromisso coa organizaçom e o nacionalismo galego está para mim fora de dúvida memo assi, como suponho que para qualquer que tenha referências mesmo indirectas do seu trabalho no BNG e EN.</p>
<p>Mas também penso que ao candidatar-se e alcançar a presidência da AGAI está manifestando umha discrepáncia, dissidência ou incoerência (tanto me tem o termo) cos postulados do BNG. A sua discrepáncia, contodo, nom é tanta que provoque confusom na base social do BNG ou na sociedade galega a respeito do carácter anti-imperialista do Bloco. Nom mais, por exemplo, que a confusom que pode criar um porta-voz nacional e candidato à presidência que fala tam mal a língua cuja normalizaçom  social o BNG defende.</p>
<p>Embora o estado de Israel, aliado imperialista e belicista dos EUA, nom mereça a minha menor simpatia e com certeza da maioria da militáncia do BNG, entendo que em questões complexas como o conflito Israel-Palestina se produzam visões diferentes e se matizem as posturas. E as pessoas devem ser livres de manifestar as suas divergências, muito mais quando nom fam com isso um dano evidente à organizaçom em que militam, neste caso o BNG.</p>
<p>Julgo também que este posicionamento divergente ou discrepante de Gómez-Valadés pode ser argumento para el nom representar a organizaçom em determinados ámbitos (polo menos para mim seria-o, clarissimamente para o desempenho de cargos relacionados co relacionamento internacional), mas nunca  para que nom poda militar no BNG.</p>
<p>E acho evidente que o apelo à  coerência sem fissuras como se está a fazer neste caso é oportunismo e sectarismo, é anti-humano, e é mais próprio dumha organizaçom que se mova por dogmas que dumha organizaçom plural onde os posicionamentos som aprovados com debates e votações onde há votos a favor e votos em contra e os que votam em contra da decisom finalmente tomada nom som imediatamente expulsados.</p>
<p>Deixo aqui, pois acho-o lugar oportuno, este testemunho de solidariedade com Gómez-Valadês e solicito-che, Calidonia, que borres o meu apelido do bando de sectários em que, por outra parte, entendo que o incluíras por causa do meu silêncio a respeito do tema da expulsom mas a minha intervençom contra Israel  numha -vejo que desafortunada- brincadeira que fizem numha notícia de Chuza!</p>
<p>Obrigado.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: calidonia</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10474</link>
		<dc:creator>calidonia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Mar 2007 15:57:07 +0000</pubDate>
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		<description>A cousa acabou como era previsible.

Efectivamente na Galiza debemos estar colonizados cando a organización política que se di salvagarda dos intereses do País actúa como un partido extremista propio de repúblicas bananeiras (con todos os respectos para estas).

Para colmo, os promotores do expediente e expulsión (agora eufemísticamente denominados reprobación) filtraron antes da asemblea unha &lt;a href=&quot;http://www.lavozdegalicia.es/se_galicia/noticia.jsp?CAT=102&amp;TEXTO=5677894&amp;idioma=galego&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;noticia falsa&lt;/a&gt; dicindo que finalmente non se aprobaría a proposta que se ía debater.

A verdade, en primeiro lugar, &lt;a href=&quot;http://bretemas.blogspot.com/2007/03/o-bng-de-vigo-esixe-expulsin-de-valads.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;no blogomillo&lt;/a&gt;, coma case sempre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A cousa acabou como era previsible.</p>
<p>Efectivamente na Galiza debemos estar colonizados cando a organización política que se di salvagarda dos intereses do País actúa como un partido extremista propio de repúblicas bananeiras (con todos os respectos para estas).</p>
<p>Para colmo, os promotores do expediente e expulsión (agora eufemísticamente denominados reprobación) filtraron antes da asemblea unha <a href="http://www.lavozdegalicia.es/se_galicia/noticia.jsp?CAT=102&amp;TEXTO=5677894&amp;idioma=galego" rel="nofollow">noticia falsa</a> dicindo que finalmente non se aprobaría a proposta que se ía debater.</p>
<p>A verdade, en primeiro lugar, <a href="http://bretemas.blogspot.com/2007/03/o-bng-de-vigo-esixe-expulsin-de-valads.html" rel="nofollow">no blogomillo</a>, coma case sempre.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Xosé M. González</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10469</link>
		<dc:creator>Xosé M. González</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2007 15:35:57 +0000</pubDate>
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		<description>Analizar o que acontece no interior do BNG non é labor doado, aínda que algún comentarista -dos que cobran- manifeste tacitamente na prensa escrita que moito sabe e moito entende. Calquera partido ten tendencias, grupos, e os xogos e equilibrios entre eles non adoitan ser transparentes; de feito, dificilmente se encontrarán comentarios sobre a interioridade de PP e PSOE, agás algunha miudeza sobre boinas e birretes (teñen aínda virtualidade tales símbolos?) ou, ultimamente, a potencia socio-electoral que conserven Zapatero, Orozco, etc.

Eu leo, intúo e, por veces, supoño ou se cadra desexo. Anxo Quintana desempeña un labor delicado en escenario con susceptibilidades varias; considero que a autoridade necesaria -véxase verán do 2004- exércea discreta e internamente, sen facer ostentación. Iso pódeselle censurar por presenza ou por ausencia, de todo hai en tan crítico contexto -e isto non é crítica- coma a afiliación, periferia e base social do Bloque; non me parece que o faga mal precisamente, pero, claro, é percepción particular.

Neste caso concreto, indícolle unha suposición: se hai pacto segredo será de non intervención pública, pero tamén de máis fondo alcance. E aquí si que lle apoño dous indicios: Santiago Domínguez, no seu blog, en resposta a pregunta específica sobre o caso: &quot;Son o primeiro en lamentar que cuestións deste tipo xurdan na nosa organización, pero hai que afrontar as cousas como veñen&quot;; Carlos Aymerich, en A Nosa Terra desta semana (&quot;Carta aberta a Pedro Gómez-Valadés&quot;, páx. 12): &quot;Dixen, e reitero, que espero compartir contigo aínda moitos anos de militancia e de discrepancia&quot;. Este artigo ha de haber hora e media que o lin, e reafírmame na convicción-esperanza manifesta desde o meu primeiro artigo, expresa particularmente no seu remate.

Desde logo, algúns quererían manifestación pública, rotunda, podendo ser con descualificación explícita da parte contraria. Non o van ter, aparenta.

Non entenda que me refiro a vostede no parágrafo anterior. Sen total coincidencia (estas son raras, o contrario non sei se resultaría lóxico), aprecio a súa análise e estimo ben poder intercambiar comentarios. Un saúdo, no dia D.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Analizar o que acontece no interior do BNG non é labor doado, aínda que algún comentarista -dos que cobran- manifeste tacitamente na prensa escrita que moito sabe e moito entende. Calquera partido ten tendencias, grupos, e os xogos e equilibrios entre eles non adoitan ser transparentes; de feito, dificilmente se encontrarán comentarios sobre a interioridade de PP e PSOE, agás algunha miudeza sobre boinas e birretes (teñen aínda virtualidade tales símbolos?) ou, ultimamente, a potencia socio-electoral que conserven Zapatero, Orozco, etc.</p>
<p>Eu leo, intúo e, por veces, supoño ou se cadra desexo. Anxo Quintana desempeña un labor delicado en escenario con susceptibilidades varias; considero que a autoridade necesaria -véxase verán do 2004- exércea discreta e internamente, sen facer ostentación. Iso pódeselle censurar por presenza ou por ausencia, de todo hai en tan crítico contexto -e isto non é crítica- coma a afiliación, periferia e base social do Bloque; non me parece que o faga mal precisamente, pero, claro, é percepción particular.</p>
<p>Neste caso concreto, indícolle unha suposición: se hai pacto segredo será de non intervención pública, pero tamén de máis fondo alcance. E aquí si que lle apoño dous indicios: Santiago Domínguez, no seu blog, en resposta a pregunta específica sobre o caso: &#8220;Son o primeiro en lamentar que cuestións deste tipo xurdan na nosa organización, pero hai que afrontar as cousas como veñen&#8221;; Carlos Aymerich, en A Nosa Terra desta semana (&#8220;Carta aberta a Pedro Gómez-Valadés&#8221;, páx. 12): &#8220;Dixen, e reitero, que espero compartir contigo aínda moitos anos de militancia e de discrepancia&#8221;. Este artigo ha de haber hora e media que o lin, e reafírmame na convicción-esperanza manifesta desde o meu primeiro artigo, expresa particularmente no seu remate.</p>
<p>Desde logo, algúns quererían manifestación pública, rotunda, podendo ser con descualificación explícita da parte contraria. Non o van ter, aparenta.</p>
<p>Non entenda que me refiro a vostede no parágrafo anterior. Sen total coincidencia (estas son raras, o contrario non sei se resultaría lóxico), aprecio a súa análise e estimo ben poder intercambiar comentarios. Un saúdo, no dia D.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: calidonia</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10468</link>
		<dc:creator>calidonia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2007 11:24:11 +0000</pubDate>
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		<description>Moito obrigado polo contributo. 

Efectivamente cando escribín a primeira versión descoñecía o debate que percorrera o blogue de Marcos Valcárcel, no que atopei novos matices e argumentos que, non sei se para ben ou para mal, coido que Vostede interpreta que para ben, me fixo reubicalo nese difícil papel que resulta ser o de mediador en calquera conflito. E máis no BNG, onde estas figuras dos mediadores escasean e as que intentan selo axiña saen escaldadas, por unha banda ou polas dúas.

Coincidirá comigo en que sería conveniente que alguén como Quintana, ou algún dos seus notables, baixase á area organizativa (cada vez semella máis que hai un pacto secreto de non intromisión nesta dimensión da vida do BNG) e actuase como mediador, pondo sentidiño e sosego neste tema.

Claro que iso, como di Vostede, supón non expulsar a ninguén ou expulsar a moitos máis. Ou sexa, na práctica e no plausíbel, non expulsar a PGV. E o emprego do termo equidistancia, refírese a esta indeferencia, a este laissez-faire que o único que consegue é deixar a organización do BNG como estaba (ou sexa non de todo ben) ou mesmo retroceder no espazo, no tempo e no electoral.

Outro saúdo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Moito obrigado polo contributo. </p>
<p>Efectivamente cando escribín a primeira versión descoñecía o debate que percorrera o blogue de Marcos Valcárcel, no que atopei novos matices e argumentos que, non sei se para ben ou para mal, coido que Vostede interpreta que para ben, me fixo reubicalo nese difícil papel que resulta ser o de mediador en calquera conflito. E máis no BNG, onde estas figuras dos mediadores escasean e as que intentan selo axiña saen escaldadas, por unha banda ou polas dúas.</p>
<p>Coincidirá comigo en que sería conveniente que alguén como Quintana, ou algún dos seus notables, baixase á area organizativa (cada vez semella máis que hai un pacto secreto de non intromisión nesta dimensión da vida do BNG) e actuase como mediador, pondo sentidiño e sosego neste tema.</p>
<p>Claro que iso, como di Vostede, supón non expulsar a ninguén ou expulsar a moitos máis. Ou sexa, na práctica e no plausíbel, non expulsar a PGV. E o emprego do termo equidistancia, refírese a esta indeferencia, a este laissez-faire que o único que consegue é deixar a organización do BNG como estaba (ou sexa non de todo ben) ou mesmo retroceder no espazo, no tempo e no electoral.</p>
<p>Outro saúdo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Xosé M. González</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10467</link>
		<dc:creator>Xosé M. González</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2007 10:07:32 +0000</pubDate>
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		<description>Hai catro ou cinco días lin a súa análise na primeira versión. Pareceume interesante e necesaria, porque sen dúbida achega a única visión de conxunto sobre o debate Valadés, e confirma a ollos vista a riqueza que acadou, de grande utilidade social e política para o nacionalismo e máis alá. 

Desde aquela (o tempo, ese ouro!) levo demorando esta mensaxe, que pretendía trasladarlle o recoñecemento anterior e puntualizar determinado aspecto que me afecta. O cambio efectuado logo de valorar máis achegas déixame en lugar distinto do que ocupaba, e hame desculpar expresión algo máis pormenorizada. Espero que non pareza abuso.

Primeiro, o pendente: en efecto, o meu artigo inicial debeu ser a primeira reseña aparecida en xornal.com en relación co &quot;caso Valadés&quot;; modestamente, non sei se non sería eu pioneiro na mencionada denominación. A peza foi escrita oito ou nove días antes, pero non lla remitín ao medio. A razón non vén ao caso, o dato ao mellor si.

O novo agora. É notorio que a cuestión, nesta altura, non é optar por Palestina ou Israel, se houbese que facelo. O urxente é ver se Pedro Gómez (un pro-israelí, para entendérmonos) pode ou non estar no BNG; iso si, eu non o analizo como asunto que toque os dereitos individuais, senón máis ben como referente aos límites, amplitude e complicidade social que o BNG sexa capaz de suscitar. Non todo o mundo, non toda bagaxe ideolóxica ten cabida en calquera partido político, sobre iso non encontro dúbida. En concreto, no Bloque, ¿Cuba si, Israel non? Dificilmente resulta iso defendible, non desde perspectiva de parte senón desde a óptica diversa (espero que non &quot;ambigüidade calculada&quot;) do sedicente Proxecto Común.

Hai en todo este proceso, desde o empezo e por etapas, tan variada gama de intereses, estatrexia e posicionamentos que resulta altamente suxestivo para o observador; como tal, en boa medida, tentei ata o de agora actuar, seguindo en parte a máxima -tan usada, por certo, estes días- de que ninguén é totalmente bo nin totalmente malo. Iso si, deixando así mesmo, e sempre, claro o que arestora reitero: se eu tivese carné do Bloque e sufraxio en Vigo, hoxe estaría alí votando en contra da expulsión de Valadés. Por el -se quere, penso que debe- e pola propia organización, cuxa &quot;apertura á sociedade&quot; experimenta nesta tesitura unha particular proba do algodón.

Tanxencialmente, con agrado puntualizo: desde o verán do 2004 -quen guste, repase hemerotecas- vexo a Anxo Quintana como o mellor, máis hábil e xenuíno político do actual nacionalismo, se cadra o elo posible entre o BNG-partido e o BNG-sociedade, porque moi notoriamente el é ambas cousas. Nin en tirios nin en troianos, porén, semella suscitar excesivo apoio expreso. Desconfianza como norma? Celo prioritario da persoal postura? Fundamentalismo de dobre vía? Eu que sei.

Parabéns, de novo, polo seu traballo e particular agradecemento pola lectura e atención conferida ao meu. E un saúdo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hai catro ou cinco días lin a súa análise na primeira versión. Pareceume interesante e necesaria, porque sen dúbida achega a única visión de conxunto sobre o debate Valadés, e confirma a ollos vista a riqueza que acadou, de grande utilidade social e política para o nacionalismo e máis alá. </p>
<p>Desde aquela (o tempo, ese ouro!) levo demorando esta mensaxe, que pretendía trasladarlle o recoñecemento anterior e puntualizar determinado aspecto que me afecta. O cambio efectuado logo de valorar máis achegas déixame en lugar distinto do que ocupaba, e hame desculpar expresión algo máis pormenorizada. Espero que non pareza abuso.</p>
<p>Primeiro, o pendente: en efecto, o meu artigo inicial debeu ser a primeira reseña aparecida en&nbsp;<a href="http://xornal.com" title="http://xornal. " target="_blank">xornal.com</a> en relación co &#8220;caso Valadés&#8221;; modestamente, non sei se non sería eu pioneiro na mencionada denominación. A peza foi escrita oito ou nove días antes, pero non lla remitín ao medio. A razón non vén ao caso, o dato ao mellor si.</p>
<p>O novo agora. É notorio que a cuestión, nesta altura, non é optar por Palestina ou Israel, se houbese que facelo. O urxente é ver se Pedro Gómez (un pro-israelí, para entendérmonos) pode ou non estar no BNG; iso si, eu non o analizo como asunto que toque os dereitos individuais, senón máis ben como referente aos límites, amplitude e complicidade social que o BNG sexa capaz de suscitar. Non todo o mundo, non toda bagaxe ideolóxica ten cabida en calquera partido político, sobre iso non encontro dúbida. En concreto, no Bloque, ¿Cuba si, Israel non? Dificilmente resulta iso defendible, non desde perspectiva de parte senón desde a óptica diversa (espero que non &#8220;ambigüidade calculada&#8221;) do sedicente Proxecto Común.</p>
<p>Hai en todo este proceso, desde o empezo e por etapas, tan variada gama de intereses, estatrexia e posicionamentos que resulta altamente suxestivo para o observador; como tal, en boa medida, tentei ata o de agora actuar, seguindo en parte a máxima -tan usada, por certo, estes días- de que ninguén é totalmente bo nin totalmente malo. Iso si, deixando así mesmo, e sempre, claro o que arestora reitero: se eu tivese carné do Bloque e sufraxio en Vigo, hoxe estaría alí votando en contra da expulsión de Valadés. Por el -se quere, penso que debe- e pola propia organización, cuxa &#8220;apertura á sociedade&#8221; experimenta nesta tesitura unha particular proba do algodón.</p>
<p>Tanxencialmente, con agrado puntualizo: desde o verán do 2004 -quen guste, repase hemerotecas- vexo a Anxo Quintana como o mellor, máis hábil e xenuíno político do actual nacionalismo, se cadra o elo posible entre o BNG-partido e o BNG-sociedade, porque moi notoriamente el é ambas cousas. Nin en tirios nin en troianos, porén, semella suscitar excesivo apoio expreso. Desconfianza como norma? Celo prioritario da persoal postura? Fundamentalismo de dobre vía? Eu que sei.</p>
<p>Parabéns, de novo, polo seu traballo e particular agradecemento pola lectura e atención conferida ao meu. E un saúdo.</p>
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		<title>Por: calidonia</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10448</link>
		<dc:creator>calidonia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2007 21:23:06 +0000</pubDate>
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		<description>Pois ten toda a razón. Fica engadido. Obrigado pola referencia. Evidentemente perdera unha parte importante do debate e varios dos seus protagonistas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois ten toda a razón. Fica engadido. Obrigado pola referencia. Evidentemente perdera unha parte importante do debate e varios dos seus protagonistas.</p>
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		<title>Por: arume dos piñeiros</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10442</link>
		<dc:creator>arume dos piñeiros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2007 16:11:38 +0000</pubDate>
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		<description>Podería engadir o debate no blog As uvas na solaina, onde se tratou ben por extenso, con intervencións do propio Valadés.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Podería engadir o debate no blog As uvas na solaina, onde se tratou ben por extenso, con intervencións do propio Valadés.</p>
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		<title>Por: elric</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10438</link>
		<dc:creator>elric</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2007 18:08:00 +0000</pubDate>
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		<description>Eu non dixen que o BNG sexa perfecto. Creo que hai cousas que se deben debatir e non se debaten (ou non se debaten abertamente), mentres se debaten cousas que non lle importan a case ninguén -e non debemos confundir un partido político cun club de debate-. Polo demais, é tamén o partido dos tres maioritarios en Galiza máis democrático, e iso tamén hai que telo en conta. En canto á pluralidade do BNG, os observadores afirman que quedou reforzada na XII AN, e eu penso o mesmo.

Dou por pechada aquí a conversa, se lle parece ben. Tomo nota deste blog e súmoo ás miñas ligazóns. 

Saúdos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu non dixen que o BNG sexa perfecto. Creo que hai cousas que se deben debatir e non se debaten (ou non se debaten abertamente), mentres se debaten cousas que non lle importan a case ninguén -e non debemos confundir un partido político cun club de debate-. Polo demais, é tamén o partido dos tres maioritarios en Galiza máis democrático, e iso tamén hai que telo en conta. En canto á pluralidade do BNG, os observadores afirman que quedou reforzada na XII AN, e eu penso o mesmo.</p>
<p>Dou por pechada aquí a conversa, se lle parece ben. Tomo nota deste blog e súmoo ás miñas ligazóns. </p>
<p>Saúdos.</p>
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		<title>Por: calidonia</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10437</link>
		<dc:creator>calidonia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2007 13:56:20 +0000</pubDate>
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		<description>Se admite que as cousas son complexas, está Vde. en contra de que no BNG se discuta cales son os temas en que o povo palestiniano o está a facer mal e podería facelo mellor? Ou prefire abortar esas discusións, sinalar co dedo e expulsar a quen sustente ideas diferentes do branco e negro?

Os artigos de X.M. Beiras fican referenciados co seu apuntamento. Estou certo de que hai máis sobre esta cuestión que se escaparon ao meu seguimento (máis centrado nos medios dixitais que empregan a sindicación de contidos).

Eu acho que non se pode debater isto sen falar do progresivo deterioramento das dinámicas internas do nacionalismo, do control político dunha parte do nacionalismo sobre os movementos sociais, e do cercenamento da pluralidade interna, que o caso PGV ou o de XMLP en Ferrolterra pon de manifesto. Se Vde. prefire non falar destes temas, ben, pero é o que se necesita para enfocar correctamente este e outros casos.

Tomo nota da súa recomendación. Estou seguro de que será tan interesante como a miña.

E por que a Valadés non o entrevista GZNación? A COPE andou máis espelida.

De que lado están todas as persoas que no BNG non se posicionan neste debate? De que lado está o quintanismo e o seu lassez faire para que todo siga igual? Non pido intervención a favor ou en contra de PGV ou de Israel. Pido a defensa clara e meridiana da liberdade de expresión e asociación, do dereito a unha organización política na que non se prohiban as ideas e si se desboten os dogmas. De que lado están quen pretenden limitar a acción e o pensamento dos individuos alén da súa militancia política? Vde. está con eles, sexan quen for?

Non falemos tanto de PGV, que a personalización nel do conflito só lle fai un favor ao sectarismo. Que ocorre cos outros dous ou cincuenta militantes que pertencen a esa asociación? Que coas máis de 100 persoas que asinaron a carta aberta a Anxo Quintana? Van ser expedientados e/ou expulsados? Sería interesante sabelo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se admite que as cousas son complexas, está Vde. en contra de que no BNG se discuta cales son os temas en que o povo palestiniano o está a facer mal e podería facelo mellor? Ou prefire abortar esas discusións, sinalar co dedo e expulsar a quen sustente ideas diferentes do branco e negro?</p>
<p>Os artigos de X.M. Beiras fican referenciados co seu apuntamento. Estou certo de que hai máis sobre esta cuestión que se escaparon ao meu seguimento (máis centrado nos medios dixitais que empregan a sindicación de contidos).</p>
<p>Eu acho que non se pode debater isto sen falar do progresivo deterioramento das dinámicas internas do nacionalismo, do control político dunha parte do nacionalismo sobre os movementos sociais, e do cercenamento da pluralidade interna, que o caso PGV ou o de XMLP en Ferrolterra pon de manifesto. Se Vde. prefire non falar destes temas, ben, pero é o que se necesita para enfocar correctamente este e outros casos.</p>
<p>Tomo nota da súa recomendación. Estou seguro de que será tan interesante como a miña.</p>
<p>E por que a Valadés non o entrevista GZNación? A COPE andou máis espelida.</p>
<p>De que lado están todas as persoas que no BNG non se posicionan neste debate? De que lado está o quintanismo e o seu lassez faire para que todo siga igual? Non pido intervención a favor ou en contra de PGV ou de Israel. Pido a defensa clara e meridiana da liberdade de expresión e asociación, do dereito a unha organización política na que non se prohiban as ideas e si se desboten os dogmas. De que lado están quen pretenden limitar a acción e o pensamento dos individuos alén da súa militancia política? Vde. está con eles, sexan quen for?</p>
<p>Non falemos tanto de PGV, que a personalización nel do conflito só lle fai un favor ao sectarismo. Que ocorre cos outros dous ou cincuenta militantes que pertencen a esa asociación? Que coas máis de 100 persoas que asinaron a carta aberta a Anxo Quintana? Van ser expedientados e/ou expulsados? Sería interesante sabelo.</p>
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		<title>Por: Elric</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10436</link>
		<dc:creator>Elric</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2007 13:33:12 +0000</pubDate>
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		<description>Precisamente, o uso do termo &quot;os malos&quot; era deliberado para provocar esa reacción. Non son imbécil, e por tanto sei perfectamente que a vida non é unha cuestión de blancos ou negros, senón de escala de grises. O que pasa é que ás veces hai que tomar partido. Which side are you on? como du

A referencia a Beiras era para lembrarse del, xa que non aparece na lista do post, e estou seguro que a publicación de dous artigos sobre ese tema neste momento non é casual.

Non vou falar de dinámicas internas do BNG, pero desde logo, os apoios de Valadés, que os ten, é precisamente por pertencer a determinado sector. Se fose un militante independente case ninguén o defendería.

Tomo nota da recomendación. Eu recoméndolle o comic &quot;Palestina. Na franxa de Gaza&quot;, de Joe Sacco, debuxante e xornalista norteamericano que se tomou a molestia de escoitar ás dúas partes.

Outro debate que se podía dar é a lealtade cara o nacionalismo dunha persoa que o primeiro que fai é ir a que o entrevisten os fascistas da COPE.

Para rematar e volvendo sobre o tema inicial, este texto do blog de Javier Ortiz:

&quot;Una de las cosas que creo haber aprendido con la edad es a prestar menos atención a las ideas acabadas que sustenta cada cual, a juzgar a las personas menos según sus postulados políticos abstractos, y a fijarme más en el instinto que les mueve a tomar partido ante los sucesos de la vida. Cuando pienso en ello, siempre recuerdo una canción que escribió una obrera de los Estados Unidos allá por los años treinta del siglo pasado después de haber sufrido las brutales consecuencias de una razzia policial en su suburbio minero, de ésas que los esbirros de la patronal lanzaban para escarmentar a sindicalistas comunistas y anarquistas. La mujer, Florence Reece, esposa de un líder minero, escribió un estribillo para su canción en el que incluyó una pregunta cuya contundencia me sigue pareciendo definitiva: Which Side Are You On? («Y tú, ¿de qué lado estás?»)&quot;

De que lado está Pedro Gómez Valadés?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Precisamente, o uso do termo &#8220;os malos&#8221; era deliberado para provocar esa reacción. Non son imbécil, e por tanto sei perfectamente que a vida non é unha cuestión de blancos ou negros, senón de escala de grises. O que pasa é que ás veces hai que tomar partido. Which side are you on? como du</p>
<p>A referencia a Beiras era para lembrarse del, xa que non aparece na lista do post, e estou seguro que a publicación de dous artigos sobre ese tema neste momento non é casual.</p>
<p>Non vou falar de dinámicas internas do BNG, pero desde logo, os apoios de Valadés, que os ten, é precisamente por pertencer a determinado sector. Se fose un militante independente case ninguén o defendería.</p>
<p>Tomo nota da recomendación. Eu recoméndolle o comic &#8220;Palestina. Na franxa de Gaza&#8221;, de Joe Sacco, debuxante e xornalista norteamericano que se tomou a molestia de escoitar ás dúas partes.</p>
<p>Outro debate que se podía dar é a lealtade cara o nacionalismo dunha persoa que o primeiro que fai é ir a que o entrevisten os fascistas da COPE.</p>
<p>Para rematar e volvendo sobre o tema inicial, este texto do blog de Javier Ortiz:</p>
<p>&#8220;Una de las cosas que creo haber aprendido con la edad es a prestar menos atención a las ideas acabadas que sustenta cada cual, a juzgar a las personas menos según sus postulados políticos abstractos, y a fijarme más en el instinto que les mueve a tomar partido ante los sucesos de la vida. Cuando pienso en ello, siempre recuerdo una canción que escribió una obrera de los Estados Unidos allá por los años treinta del siglo pasado después de haber sufrido las brutales consecuencias de una razzia policial en su suburbio minero, de ésas que los esbirros de la patronal lanzaban para escarmentar a sindicalistas comunistas y anarquistas. La mujer, Florence Reece, esposa de un líder minero, escribió un estribillo para su canción en el que incluyó una pregunta cuya contundencia me sigue pareciendo definitiva: Which Side Are You On? («Y tú, ¿de qué lado estás?»)&#8221;</p>
<p>De que lado está Pedro Gómez Valadés?</p>
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	<item>
		<title>Por: calidonia</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10435</link>
		<dc:creator>calidonia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2007 10:51:07 +0000</pubDate>
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		<description>Vexo que fai Vde. lecturas de parte (léase, dos colectivos e correntes que existen no BNG) e que quizá moitos blogueiros non entendan. Acho iso moi interesante, porque, como dicía no texto, isto nace precisamente desas liortas internas, aínda que logo se envolva a loita de poder co disfrace do conflito árabe-israelí. Por demais erra Vde. o tiro se pensa que eu teño a X.M. Beiras como referente dogmático de calquera tipo, nin na praxis interna do BNG nin nos seus razoamentos teóricos, aínda recoñecendo, como acho que non pode ser doutro xeito, a súa valía.

É evidente que ningún peso pesado do BNG está por dar batalla no caso PGV e é normal que non se posicione publicamente a favor ou en contra. O tempo da batalla xa pasou, hai polo menos dúas Asembleas Nacionais.

Ningunha persoa é totalmente boa ou totalmente mala, e sen entrar en disquisicións filosóficas é menos válido aínda afirmar iso de povos ou colectivos complexos e diversos. Utilizar esas simplificacións no discurso político equivale normalmente a crerse en posesión da razón absoluta e a ter unha visión mesiánica da actividade política. Non comungo con ese xeito de pensar nin de actuar.

Se quer saber a miña posición non lle ocultarei que sinto simpatía pola causa do povo palestiniano, pero iso non debería nos impedir afrontarmos o debate de ideas con calma e sosego, e sen comezar a descabezar a persoas polo simple feito de pensar e actuar en política de xeito diferente ao noso.

Por último, recoméndolle encarecidamente o visionado da película &lt;a href=&quot;http://www.imdb.com/title/tt0445620/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Paradise Now&lt;/a&gt;. Verá Vde., se o quer ver, que as cousas son ben complexas, e que normalmente os inocentes son os que pagan os pecados de tanto iluminado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vexo que fai Vde. lecturas de parte (léase, dos colectivos e correntes que existen no BNG) e que quizá moitos blogueiros non entendan. Acho iso moi interesante, porque, como dicía no texto, isto nace precisamente desas liortas internas, aínda que logo se envolva a loita de poder co disfrace do conflito árabe-israelí. Por demais erra Vde. o tiro se pensa que eu teño a X.M. Beiras como referente dogmático de calquera tipo, nin na praxis interna do BNG nin nos seus razoamentos teóricos, aínda recoñecendo, como acho que non pode ser doutro xeito, a súa valía.</p>
<p>É evidente que ningún peso pesado do BNG está por dar batalla no caso PGV e é normal que non se posicione publicamente a favor ou en contra. O tempo da batalla xa pasou, hai polo menos dúas Asembleas Nacionais.</p>
<p>Ningunha persoa é totalmente boa ou totalmente mala, e sen entrar en disquisicións filosóficas é menos válido aínda afirmar iso de povos ou colectivos complexos e diversos. Utilizar esas simplificacións no discurso político equivale normalmente a crerse en posesión da razón absoluta e a ter unha visión mesiánica da actividade política. Non comungo con ese xeito de pensar nin de actuar.</p>
<p>Se quer saber a miña posición non lle ocultarei que sinto simpatía pola causa do povo palestiniano, pero iso non debería nos impedir afrontarmos o debate de ideas con calma e sosego, e sen comezar a descabezar a persoas polo simple feito de pensar e actuar en política de xeito diferente ao noso.</p>
<p>Por último, recoméndolle encarecidamente o visionado da película <a href="http://www.imdb.com/title/tt0445620/" rel="nofollow">Paradise Now</a>. Verá Vde., se o quer ver, que as cousas son ben complexas, e que normalmente os inocentes son os que pagan os pecados de tanto iluminado.</p>
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		<title>Por: elric</title>
		<link>http://calidonia.blogaliza.org/2007/03/24/dous-bng-unha-virtualidade-real/comment-page-1/#comment-10434</link>
		<dc:creator>elric</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2007 10:29:03 +0000</pubDate>
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		<description>Cando un líder de opinión do &quot;blogomillo&quot; como Bretemas-Manolo Bragado se pon do lado desta persoa, recoñecerás que si hai influencias e tendencias que sobrepasan o puramente persoal.

Hai só unha cousa que quería resaltar: Algúen leu os dous últimos artigos de Beiras sobre o conflito palestino-israelí en Galicia Hoxe? Porque non se solidariza con Valadés, senón co pobo palestino, que son os que requiren a nosa solidaridade, e califica a creación do estado de Israel de erro histórico, e o sionismo de nacionalismo expansionista. Ou é que Beiras só interesa cando di certas cousas?

En canto ao de negociar para resolver os problemas: pois mira, non. Cando os palestinos negocian, só vale para ceder terreo, como lle pasou ao pobre Arafat, e iso díxoo alguén tan racional como Edward Said. Os negros de Sudáfrica conseguiron os seus obxectivos desde o recoñecemento da súa  superioridade moral e a presión-apoio internacional, e entón negociaron. O que non se pode facer é poñer aos dous bandos ao mesmo nivel, e moito menos apoiar a Israel, aos malos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cando un líder de opinión do &#8220;blogomillo&#8221; como Bretemas-Manolo Bragado se pon do lado desta persoa, recoñecerás que si hai influencias e tendencias que sobrepasan o puramente persoal.</p>
<p>Hai só unha cousa que quería resaltar: Algúen leu os dous últimos artigos de Beiras sobre o conflito palestino-israelí en Galicia Hoxe? Porque non se solidariza con Valadés, senón co pobo palestino, que son os que requiren a nosa solidaridade, e califica a creación do estado de Israel de erro histórico, e o sionismo de nacionalismo expansionista. Ou é que Beiras só interesa cando di certas cousas?</p>
<p>En canto ao de negociar para resolver os problemas: pois mira, non. Cando os palestinos negocian, só vale para ceder terreo, como lle pasou ao pobre Arafat, e iso díxoo alguén tan racional como Edward Said. Os negros de Sudáfrica conseguiron os seus obxectivos desde o recoñecemento da súa  superioridade moral e a presión-apoio internacional, e entón negociaron. O que non se pode facer é poñer aos dous bandos ao mesmo nivel, e moito menos apoiar a Israel, aos malos.</p>
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